terça-feira, 25 de novembro de 2014

Aniversariando: Toca da Gambá tem Xande de Pilares dia 29

 
Jairo Pacheco e a esposa Carla (fotos divulgação)
Há 28 anos, onde hoje acontece rodas de samba semanais, surgia de forma despretensiosa o espaço Toca da Gambá. Um local onde amigos do Zona norte Niterói se reuniam para bater papo, jogar bola e ouvir um bom samba. Após passar por grande reforma, sob a direção do atual proprietário Jairo Pacheco, o Jairinho, que comanda o espaço desde 2005, após a partida do seu saudoso pai, a Toca da Gambá, cujo slogan é “Um Bar de Respeito”, se firma na cidade como uma excelente opção de entretenimento e cultura, atraindo pessoas dos arredores e de outras localidades a cada final de semana.
“Durante quase 20 anos, foi meu pai que esteve à frente da ‘Toca’. Há exatos nove anos, decidi assumir de vez a direção, após ter concluído um curso de Análise de Sistemas, com pós-graduação em internet pela UFF, e em Finanças pela Fundação Getúlio Vargas. Não vejo o nosso local como casa de negócios, mas como um ponto de lazer, cultura, encontro de amigos, com muito respeito e família”, afirma Jairinho.
A Casa já recebeu grandes bambas, entre eles; Mestre Monarco, Zé Katimba, Wilson da Neves, Jorge Aragão, Délcio Carvalho, Leandro Sapuchy, Almir Guineto, Neguinho da Beija-flor, entre outros. E sábado, dia 29, a tradicional Feijoada da Toca mensal traz na programação o anfitrião Marquinhos Diniz, compositor e filho do Mestre Monarco da Portela, recebendo o sambista Xande de Pilares, agora em carreira solo.
           
Cantor, compositor, instrumentista e partideiro, Xande de Pilares aprendeu a criar versos de improviso com os palhaços da Folia de Reis e aos dez anos de idade já tocava violão. Em 1992, fundou o grupo Revelação onde atuou como cantor e cavaquinista desde sua formação até abril deste ano. Ao longo de sua carreira teve composições gravadas por artistas como Beth Carvalho, Leci Brandão, Arlindo Cruz, Diogo Nogueira, entre outros.           
Atualmente, em carreira solo, Xande de Pilares se apresenta nas melhores casas do país e leva consigo sua energia, talento e vasto repertório. No último sábado deste mês, é na Toca da Gambá que temos um encontro marcado a partir das 15h, horário de abertura da casa, até às 21h. O ingresso custa a partir de R$30 (feijoada não inclusa) e pode ser comprado antecipadamente no local ou pelo sitewww.qualitypass.com.br. A Toca da Gambá fica na rua Carlos Gomes, 23, Barreto – Niterói, logo na descida da ponte.


Livro-reportagem: CTI – Antessala da morte: um passeio pela vida

Com 186 páginas, o 95 das quais em capítulos, o livro “CTI – Antessala da morte: um passeio pela vida”, pela editora Muiraquitã, é uma narrativa do jornalista Mário Dias ao estilo de revista como série de reportagens, abordando a infância, adolescência, décadas de jornalismo e o convívio com funcionários variados.
Políticos, dentre os quais Tenório Cavalcanti, o “Homem da Capa Preta”, Chagas Freitas, Leonel Brizola, Geremias Fontes, Lula, Jorge Roberto Silveira, Aécio Nenci, Sílvio Lessa são alguns dos citados. No meio artístico, Jorge Aragão, Zeca Pagodinho, Dudu Nobre, João Nogueira, entre outros, são lembrados na passagem do “Botequim do Samba”, tanto na Rede Manchete de Televisão, quanto na Rede Globo, produzido por Mario Dias.
As reportagens policiais, investigativas, os grandes eventos, como o réveillon na praia, o “Rio Elétrico”, a Micareta do Rio; o Bloco das Piranhas, o Carnaval, as Escolas de Samba, a Festa dos Bois de Parintins; São João e as rodas de samba também estão neste livro-reportagem. Nele ainda o autor revive os desfiles de Miss, moda e apresentação do cerimonial de Fidel Castro, super comícios e shows.

Os anos de censura da Ditadura, prisões, as reinvindicações sindicais e estudantis, os muitos “casamentos”, os fatos pitorescos e a fé em São Jorge também estão neste trabalho, com o autor “saindo” do CTI – Centro de Tratamento Intensivo – onde esteve internado há 30 anos, para fazer esta viagem no tempo. O livro será lançado no dia 10 de dezembro, às 20h, no Salão de Eventos da Pizzaria Guanabara da Lapa, na avenida Mem de Sá, 17. Já no dia 16, o livro será lançado no Canto do Rio Futebol Clube, em Niterói, com música popular brasileira. 

Conhecendo Niterói

Um passeio pela história da cidade
 Salvador Mata e Silva e Cristina Pontes (especial para o CASA DA GENTE)

Devemos definir Niterói – do Tupi, “Água Escondida”, como o nome dado às margens da Guanabara – “Seio de mar” referência histórica da ocupação e povoamento de uma região que, sem dúvida, consolidou uma ocupação pretendida por estrangeiros, sobretudo os franceses. A cobiça internacional era direcionada principalmente para a extração do pau-brasil e subtração de especiarias.
            Marco significativo para o estudo da história niteroiense foi a fundação da cidade do Rio de Janeiro, em 1 de março de 1565, por Estácio de Sá, oriunda da necessidade de se fixar um novo núcleo colonial. Durante esse mesmo ano, mais precisamente em setembro, ocorreu a primeira distribuição de sesmarias da margem oriental, contemplando Martim Paris como primeiro colonizador do território que hoje compreende o Município de Niterói.
            Na continuidade desse processo, outras sesmarias tiveram importância já que eram visíveis a abundância de reservas de pau-brasil e os últimos conglomerados de índios tamoios. Podemos citar duas sesmarias que merecem destaques: a de Antônio de Marins Coutinho e a do cacique Araribóia, chefe dos temiminós. A primeira no começo do século XVII tornou-se o engenho de açúcar da região (Nossa Senhora das Neves). A segunda, e essa merece destaque, ganhou relevo pelo fato de abranger a maior parte do atual território de Niterói, com a ressalva de que os temiminós não conseguiram ocupar a terra, invadida pelos brancos. Cabe aqui fazer um parêntese, em 1573, Martim Afonso de Souza, nome cristão de Araribóia, tomou posse da sesmaria citada anteriormente, que nada era do que uma légua de terra ao longo do mar por duas de sertão, conhecida como “Barreiras Vermelhas ou Banda d’ Além”.
           
Foi de grande importância a sesmaria de Araribóia, pois ela correspondeu, na verdade, ao centro do atual núcleo urbano niteroiense. Primeiramente, a aldeia de Araribóia progrediu. Foi erguida a igreja de São Lourenço, surgiram choupanas e roças de milho e mandioca. Os indígenas viviam também da caça feita nas matas próximas, da pesca na baía e da fabricação de utensílios de barro e rede. Com o passar dos tempos a aldeia entrou em decadência. O aldeamento foi extinto definitivamente pelo governo provincial em 1866.
            A economia local, com o esgotamento do período do pau-brasil, foi direcionada para a atividade açucareira, que predominou até a abolição, e adaptou-se ao aparecimento da pré-indústria. No século XVII, as grandes fazendas localizadas por toda a região vão dar origem aos “futuros núcleos urbanos”, tais como: o Barreto, Neves, Maria Paula, São João Batista de Icaraí e outros. Já no século XVIII o processo de desenvolvimento foi abalado pela intervenção do Santo Ofício, que perseguiu os cristãos novos que tinham a posse e exploração das terras, gerando uma profunda desestruturação da economia. Na mesma época, a cidade do Rio de Janeiro se beneficiou com o afluxo dos desbravadores das minas e com transporte do ouro.
           
Com a vinda da família real portuguesa em 1808 e após a morte da rainha D. Maria I (a louca), em 1816, D. João VI veio para Praia Grande descansar. Com o alvará de 10 de maio de 1819, promoveu a povoação à categoria de Vila Real da Praia Grande. Instalada em 11 de agosto do mesmo ano, recebeu, dentre as Vilas instituídas pelo primeiro quartel do século XIX, tratamento especial do rei. A Vila englobou as freguesias de São João Batista de Icaraí, São Sebastião de Itaipu, São Lourenço dos Índios e São Gonçalo. Ganhou maior importância com a nomeação do primeiro Juiz de Fora, José Clemente Pereira, que elaborou um plano urbanístico que outras cidades do Brasil desconheciam.
            Em 12 de agosto de 1834 foi promulgado o Ato Adicional, que modificou a Constituição de 1824, em alguns artigos: as províncias tiveram mais autonomia, foi estabelecido o governo de um só regente. A província do Rio de Janeiro (município neutro), deixou de ser a capital da província do mesmo nome.
            Foi então que se escolheu para nova sede da província do Rio de Janeiro, do outro lado da Baía de Guanabara, a Vila Real da Praia Grande (depois de disputar com Campos e Porto das Caixas-Itaboraí). Por decreto imperial de 23 de agosto de 1834 foi a Vila Real da Praia Grande designada para local de reunião da Primeira Assembléia Provincial, instalada a 1º de fevereiro de 1835. Em 26 de março do mesmo ano a Assembléia votou a lei nº 02 criando a província Fluminense, com a Vila Real da Praia Grande, como capital e a lei nº 06 de 28 de março de 1835, elevou-a à categoria de cidade com nome de Nictheroy (Niterói).
            Em 22 de agosto de 1841, na primeira visita oficial à Niterói, D. Pedro II, em agradecimento à boa acolhida à sua família, resolveu conceder à cidade o título de “Imperial Cidade”. A partir de 1845, o Barão de Mauá, fundou na Ponta da Areia e nas ilhas próximas de São Lourenço, grandes estaleiros.
            Foi intensa a participação dos niteroienses na campanha abolicionista e republicana. Destacaram-se vários políticos, jornalistas, poetas e outros. Na cidade, existiram sociedades, clubes e foram realizados congressos em prol da Abolição e da Proclamação da República. Vários niteroienses participaram desses movimentos e passaram para a história do Brasil.
            Durante o período de 6 de setembro de 1893 a 13 de março de 1894, Niterói sofreu com o movimento revolucionário da esquadra do porto do Rio de Janeiro, dirigido pelo Almirante Custódio de Melo. A chamada Revolta da Armada transformou completamente a cidade. O historiador Felisbelo Freire disse: “A resistência de Niterói é uma das belas páginas da Revolta da Armada e que lhe deu o título de Cidade Invicta”.
            A Lei nº 50 de 30 de janeiro de 1894, transferiu a capital do Rio de Janeiro, de Niterói para a cidade de Petrópolis, mas o decreto nº 801, de 6 de junho de 1903, assinado pelo presidente do Estado do Rio de Janeiro, Quintino Bocaiúva, restabelece a capital em Niterói. Em 4 de janeiro de 1904, era criada a prefeitura de Niterói, pelo presidente do Estado Dr. Nilo Peçanha. E o primeiro ocupante foi o Dr. Paulo Alves.
            Em 1906, os bondes, antes puxados a burro, foram eletrificados, serviço inaugurado pelo presidente da República Rodrigues Alves. Com a inauguração do primeiro trecho de iluminação elétrica, surgem os grandes estaleiros e inúmeras fábricas em Niterói.
            Dois anos após, isto é, em 1908, tem início no nosso município o sistema bancário, com a fundação do banco do Comércio do Rio de Janeiro, com duração efêmera. Foi construída a Alameda São Boaventura, o edifício da prefeitura, o paredão nas praias de Gragoatá, Flechas e Icaraí, implantado o sistema telefônico, executada a pavimentação a paralelepípedo de ruas do Centro e de várias outras ruas, além de outras grandes obras.
            Em 1908, inaugurada a estação Hidroviária, com a Companhia Cantareira com nova frota de barcas. Em 1912, foram fundadas a Faculdade de Direito e a Faculdade de Farmácia e Odontologia. No início da década de 20, criou-se a Associação Médico-Cirúrgica Fluminense. Em 1926, a Faculdade de Medicina, dez anos depois, a Faculdade de Medicina Veterinária.
            Na mesma década, durante o governo do Dr. Feliciano Sodré, construiu-se a Praça da República, que abrigava o Palácio da Justiça, a Assembléia Legislativa, o hoje Liceu Nilo Peçanha e a Secretaria de Segurança Pública. Na década seguinte, a Biblioteca Estadual e o Arquivo Público, ambos inaugurados em 1935.
            Em 1940, com a abertura da Avenida Ernani do Amaral Peixoto, o centro da cidade chegou à modernidade, e passou a ter vida noturna. As casas de diversão se multiplicaram, dando ênfase ao Hotel Cassino Icaraí, em cujo “grill-room” se apresentaram dezenas de artistas famosos. Já na década de 50, nasce a Faculdade de Engenharia e é inaugurada a rodoviária que sediou também o departamento estadual de estradas de Rodagem.
            Nos últimos anos, Niterói vem se desenvolvendo com a construção de túneis, estradas, a ponte Niterói-Rio, praças, parques, colégios, a modernização dos transportes, comércio atuante, implantação de indústrias mais variadas, locais de lazer e outros progressos.
            Em 1975, ocorreu a fusão do Estado do Rio de Janeiro com o estado da Guanabara. Niterói deixou de ser a capital do Estado do Rio. Porém, continuou progredindo: cresceu sem grandes saltos, paulatinamente. Apesar de estar bem próxima da cidade do Rio de Janeiro, manteve suas características peculiares.
            Atualmente, possui extensa rede de ensino, abrigando várias Universidades, entre elas a UFF (Universidade Federal Fluminense), a Universo (Universidade Salgado de Oliveira), a Universidade Cândido Mendes, a Universidade Estácio de Sá, a Universidade Anhanguera (antiga Universidade Integrada Plínio Leite), as Faculdades Maria Teresa e outras instituições de nível superior. Podemos ainda observar uma rede bancária eficiente, comércio atuante, indústria razoável, transporte satisfatório e outros segmentos.
            A história de Niterói é história do próprio Brasil. Os fatos e personagens dessa história fazem parte da cultura do nosso povo e servirão de ensinamento para novas gerações.

Cristina Pontes é professora, arquivista, pedagoga, gestora da Rede Municipal de Niterói, escritora, pesquisadora e historiadora. É sócia efetiva do IHGN (Instituto Histórico e Geográfico de Niterói), sócia fundadora do IHGBJ (Instituto Histórico e Geográfico de Bom Jardim) e sócia correspondente da AGLAC (Academia Gonçalense de Letras, Artes e Ciências).      




Salvador Mata e Silva é professor, orientador educacional, jornalista, historiador, historiógrafo, pesquisador, biógrafo, escritor, ensaísta, cronista, poeta, trovador, acadêmico e comendador. Foi fundador de vários institutos históricos, como o Instituto de Pesquisa, estudos e Desenvolvimento de São Gonçalo, e co-fundador da Associação Niteroiense de Escritores. Além disso, é membro da Academia Niteroiense de Letras, Academia Fluminense de Letras e Academia de Ciências e Letras do Estado do Rio de Janeiro, entre outras instituições. É colaborador do Colégio Brasileiro de Genealogia e membro do Conselho Municipal de Cultura do Município de São Gonçalo.



sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Femptec comemora 10 anos

Fundação já realizou mais de 300 projetos, com parceiros nacionais e internacionais
A Femptec - fundação que atua na gestão de projetos que tenham como objetivo gerar um impacto positivo na sociedade - comemora neste mês de novembro, 10 anos no mercado. Desde sua criação, a Fundação possui ferramentas para viabilizar estes projetos, funcionando como um instrumento facilitador para ajudar pessoas, empresas ou instituições públicas a desenvolverem suas ideias.
Ao longo destes 10 anos de trabalho e dedicação, a Fundação já realizou mais 300 projetos, com 80 parceiros nacionais e internacionais. A área de pesquisa tem grande destaque, totalizando 90% dos projetos realizados e em andamento, abordando temas como o desenvolvimento de medicamentos e de suas patentes; a prevenção e a busca pela cura da AIDS; o estudo sobre espécies ameaçadas da fauna e da flora brasileiras; entre outros.
Parte da equipe da Femptec em comemoração pelos 10 anos
(foto divulgação)
Multidisciplinar, a Femptec realiza projetos e pesquisas nas áreas de saúde, cultura, social, política, educação, ciência, tecnologia, assistência social, empreendedorismo, meio ambiente, entre outras, oferecendo soluções inovadoras de consultoria e administração. Além do amplo trabalho desenvolvido no Brasil, a Femptec atua também no exterior, com instituições parceiras nos Estados Unidos, Itália, Portugal e França.
“Um dos grandes diferenciais da nossa fundação é a flexibilidade: nós apoiamos projetos de pequeno, médio e grande porte, e não cobramos para realizar a captação de recursos. Nosso objetivo, acima de tudo, é apoiar os parceiros para atingir os resultados esperados”, explica Lívia Roque, gerente de marketing da Fundação. Para saber mais sobre a Femptec, basta acessar a página www.femptec.org.br 



quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Cinema em festa

Luana Dias, editora do CASA DA GENTE, conquista prêmio na 1ª edição do Festival de Cinema de Três Passos

Os homenageados na cerimônia de encerramento do Festival
(fotos divulgação/Carlos Grün)
Com uma programação intensa que rodou 61 curtas-metragens na mostra competitiva e outros dez títulos em mostras informativas, o “1º Festival de Cinema de Três Passos” agitou a cidade do Rio Grande do Sul, durante três dias no mês de novembro.  O evento reuniu um público de cerca de 1.400 pessoas e premiou 15 categorias. A cineasta, jornalista e produtora niteroiense Luana Dias, editora do CASA DA GENTE, conquistou o prêmio de Melhor Curta Experimental, com “Un Désert Onduleux” (“Um Deserto Ondulado”), co-dirigido com o jovem cineasta francês Ludovic de Gaillande.
“Dedico este prêmio à minha família, aos meus companheiros de equipe, em especial Ludo De Gaillande e a atriz Désirée Thompson, e à memória de Renée Simon e Roque Bergareche, homenageados no curta-metragem. Gostaria de ressaltar pela organização do festival e o carinho com que fui recebida por toda a população da cidade de Três Passos, e louvar o Cine Teatro Globo, que, há 60 anos mantém viva a cultura e o cinema brasileiros” falou emocionada Luana, ao receber o troféu. 
Luana Dias recebendo o troféu de Melhor Filme
Experimental (foto divulgação Carlos Grün)
Após o anúncio dos curtas vencedores, a cerimônia homenageou a família Levy, que por gerações tem administrado uma das raras salas de cinema de calçada do Estado, o Cine Teatro Globo. Também na ocasião, foi prestada homenagem à presidente da comissão organizadora do Festival, Elvídia Zamin, aos diretores presentes, Luana Dias e Christian Jafas (Cine Paissandu: histórias de uma geração)​ e foram presenteados os participantes do júri técnico: os cineastas Pedro Zimmermann e Henrique Lahude, e o crítico de cinema Daniel Feix.
Além de destacar a história dos 60 anos do Cine Teatro Globo, o Festival celebrou também os 70 anos do município de Três Passos. A ideia do evento partiu de moradores do município amantes da sétima arte e contou com o suporte do Instituto Estadual de Cinema (Iecine), da Prefeitura Municipal de Três Passos, da Câmara de Vereadores da cidade, além do patrocínio e apoio de diversas empresas locais.
O público lotou o Cine Teatro Globo
(foto divulgação Carlos Grün)
O filme de animação “Guida”, dirigido por Rosana Urbes, conquistou o prêmio de “Melhor Curta-Metragem pelo Júri Técnico e ainda Melhor Curta-Metragem de Animação e Melhor Trilha Sonora. Pelo voto do público, o melhor curta-metragem escolhido foi “Pierre e a Mochila”, filme gaúcho de ficção dirigido por Iuli Gerbase. O Melhor Curta de Ficção ficou com “O Caminhão do Meu Pai”, de Maurício Osaki e o troféu de Melhor Documentário foi para “A Cidade”, de Liliana Sulzbach. Já a categoria Temática Ambiental premiou o documentário “O Significador de Insignificâncias”, de Fernando Severo e Diego Lopes. Cada vencedor recebeu o troféu Alberto Abrahão Levy, em homenagem ao fundador do espaço de cinema, e um prêmio no valor de R$500.

O próximo Festival de Cinema de Três Passos já está confirmado para o ano que vem, com data ainda a ser divulgada. Para saber mais sobre o evento, e conhecer a lista completa dos filmes premiados nesta edição, acesse: http://www.cinematrespassos.com.br/

O futuro é agora

Jovens se destacam em concursos, festivais e apresentações nacionais e internacionais

Dedicação: esta é a palavra em comum entre os jovens Guilherme Kauã, Gabriel Edgar, Helena Strada e Luma Nunes. Com uma rotina intensa de estudos e de muito trabalho, estes jovens talentos de Niterói vêm se destacando na literatura, música, dança e concursos de beleza. Cada um com seu estilo, eles elevam o nome da cidade pelo Brasil e o mundo, e lutam para transformar seus sonhos em realidade.

Helena Strada
Helena Strada (foto divulgação Camila Amaral)
Mini Miss Brasil Mesoamérica Universe
Com apenas 6 anos, a linda, meiga e simpática niteroiense Helena cativa a todos por onde passa. A pequena esbanja alegria e disposição: acorda todos os dias bem cedo para estudar, e à tarde se reveza entre o Ballet Clássico e a Ginástica Artística. Seu encanto por concursos de beleza começou ao assistir programas de TV:
“Foi por influência de um programa que retrata concursos de miss para crianças nos EUA, que ela me pediu para que eu a inscrevesse neste tipo de evento”, conta Laisa Strada, mãe de Helena.
A pequena notável já coleciona diversos títulos: Mini Miss Bahia Oficial (que concorreu quando o pai trabalhava em Salvador), Mini Miss Brasil Elegância 2014; Mini Miss Rio de Janeiro Mesoamérica Universe; e o mais recente, o Mini Miss Brasil Mesoamérica Universe. Agora, Helena quer representar o Brasil no concurso internacional, que será realizado na Guatemala, de 4 a 9 de fevereiro de 2015.
“Até agora, conseguimos o apoio da Camila Amaral, que é a fotógrafa oficial de Helena; do Paulo Vieira que é o estilista profissional, que está fazendo o vestido de abertura do evento. O vestido de gala está sendo confeccionado por uma costureira amiga, e os outros vestidos são do Empório dos Ternos, em Piabetá. Ainda precisamos do traje típico, de roupas de banho e, principalmente, da ajuda para o transporte aéreo. Infelizmente, minha filha corre o risco de não ir ao concurso por não ter patrocínio suficiente, mas vamos continuar lutando”, afirma Laisa.
Apesar de trilhar uma carreira no mundo das Artes e da Beleza, quando crescer, Helena sonha em ser médica. O desejo tem uma razão: ela quer cuidar da mãe, portadora de esclerose múltipla. Laisa descobriu a doença logo depois do nascimento de Helena. “Digo que ela é uma criança com maturidade de adulto para entender de certas dificuldades que a vida nos impôs”, conta a mãe.

Guilherme Kauã
Cantor, intérprete e músico
Guilherme Kauã (foto acervo pessoal)
Ele tem apenas 11 anos, mas uma agenda mais lotada do que muitos adultos. Morador do bairro do Fonseca, ele começa o dia cedo na escola, e à tarde tem aulas de canto com professora Ana Dias e violino e coro na Escola Villa Lobos, no Rio de Janeiro. “Sempre sonhei em estudar nesta tradicional escola de Música, quando passei no concurso, fiquei maravilhado”, conta.
Todo este esmero no estudo da música tem mostrado resultados: Guilherme Kauã é intérprete da “Construindo Sonhos”, Escola de Samba Mirim da Viradouro; e da “Tijuquinha do Borel”. Ele concilia esta responsabilidade nas agremiações com shows e participação em rodas de samba no Rio, Niterói e arredores.  Humilde, ele tem como referência os bambas e mestres que estão na mesma estrada há mais tempo:
“Aprendo muito com pessoas como o mestre Bebeto Sorriso, do Projeto ‘Sorrindo e Batucando’, onde faço percussão; Marquinho Diniz, Wanderley Cardoso, intérpretes das escolas de samba, como o Zé Paulo, da Viradouro. Recebo também orientações do Maestro Jorge Cardoso, Wagner do Vale, Maria Menezes, Serrinha Raiz, Monica Mac, Juliana Caseiro o Bruno Ribas, Pedro Ivo, a ala de compositores da Cubango... a lista é grande e interminável, e eu só tenho a agradecer a todos que me apoiam”.
Desde muito pequeno, sempre teve os pais Giselle Nunes e Adailton Lima como principais apoiadores. Por seu talento e dedicação ao samba, Kauã foi homenageado pela Câmara Municipal de Vereadores de Niterói com a Moção de Aplausos, no Dia Nacional do Samba. Além disso, ele ocupa a Cadeira de Nelson Cavaquinho na Academia Niteroiense de Belas Artes Letras e Ciências (ANBA). Mesmo com tantas atividades ele garante que ainda consegue tempo para curtir a infância:
“Também brinco, jogo bola, corro, faço coisas da minha idade. Pode até parecer cansativo, mas eu amo muito cantar, então tudo é prazeroso” afirma.

Luma Nunes
Bailarina  
Luma Nunes (foto divulgação RAPHOTO)
Como a grande bailarina e estrela da dança internacional Marcia Haydée, a jovem bailarina, de 12 anos, também nasceu em Niterói. Ela é um exemplo de disciplina e dedicação, e cursa Ballet Clássico no Studio Arte dos Pés, com aulas e ensaios, que somam 24 horas de estudos semanais, de segunda a sábado. Além disso, ainda encontra tempo para estudar inglês e Kumon (metodologia que visa incentivar na criança a autonomia nos estudos, buscando fortalecer o potencial de aprendizado de cada um).
“A Dança é uma verdadeira razão de vida para Luma. Ela é portadora de Anemia Hemolítica auto-imune, faz um tratamento que é muito delicado, e o exercício físico é de extrema importância, além de muita disciplina com o tratamento” conta Natalia Valdannini, Mestre de Dança e diretora do Studio Arte dos Pés.
Luma participou de grandes eventos, Festivais de Dança Nacionais e internacionais, além de cursos de aperfeiçoamento. Só em 2014, ela já arrebatou vários prêmios: o 1º lugar, na categoria variação de repertório infantil e 1o. lugar solo neoclássico, no Festival de Dança de Itajai. Também conquistou o 1º lugar, variação de repertório infantil e neoclássico, no Festival Com-Passos, no RJ; e 1º lugar-variação de repertório e solo neoclássico, no Festival de Dança de Cabo Frio, entre outros.
“Estamos trabalhando para participar do ‘Youth America Grand Prix’, Festival de Dança que revela jovens talentos e oferece bolsas de estudo para as melhores escolas de Dança no exterior, além do Festival de Dança de Joinville, que são de grande importância para um bailarino em formação” conta Natalia.

Gabriel Edgar
Escritor
Gabriel Edgar (foto divulgação)
Apesar de ter nascido em Blumenau, no estado de Santa Catarina, Gabriel Edgar adotou há seis anos a cidade de Niterói. Morador do bairro de Piratininga, o jovem de 17 anos lançou aos 15 seu primeiro livro. Com mais de dois mil seguidores na fan page do facebook “Seraf e os Artefatos Místicos”, além de seu blog sublinhares.blogspot.com.br, ele conquistou seu público com sagas de literatura fantástica, com dois livros lançados: “Controlador de Mentes” e “Esperança”, ambos da coleção “Seraf e os Artefatos Místicos”, e participou de dois concursos para antologias, tendo ficado entre os vencedores em ambos.
“Gosto muito de escrever fantasia, uma leitura mais dinâmica e convidativa, mas também adoro escrever textos que envolvam lições de vida e drama. Gosto também de terror e suspense, mas atualmente, os livros que tenho publicados, seguem a linha fantástica”.
Aluno do primeiro ano da Faculdade de História, ele vem participando de várias feiras literárias, como a Bienal do Rio, a Festa Literária de Maricá, Feira literária de São Fidélis, e bate-papo com leitores em colégios. Ele usa seu exemplo para incentivar a outros jovens a se apaixonarem pelo hábito da leitura.

“Meu maior sonho é tornar-me um autor conhecido, e além de tudo um disseminador de cultura. Ainda vou publicar mais 3 ou 5 livros da saga “Seraf e os Artefatos Místicos”, uma com temática de terror e outra de fantasia, além de trabalhar agora num livro de poesias e contos”.

Um mês para celebrar

Música, gastronomia, dança, teatro, circo e muitas atrações marcam o aniversário da cidade
Para comemorar os 441 anos da cidade de Niterói, a Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação de Arte (FAN), promove durante todo o mês de novembro uma ampla e diversificada programação em diferentes regiões do município. Entre os destaques, estão um festival gastronômico, dança, exposições, circo, música, arte urbana e teatro.
 “Este ano não estamos comemorando somente o aniversário de Niterói, mas também os dois anos de vitória dentro da atual gestão da prefeitura. Com um casting de primeira linha, vamos celebrar a nova idade em toda a cidade, mostrando o quanto é importante a inclusão e a união de todos os cidadãos niteroienses”, afirma o secretário Municipal de Cultural, Arthur Maia.
A música irá tomar conta da cidade, com artistas niteroienses e grandes nomes da música nacional, como Dudu Nobre, Zeca Baleiro e Jorge Vercilo. A dança também entra em cena com apresentações da Companhia de Ballet de Niterói e o Ballet Guaíra.

Entre as novidades está a realização de uma feira gastronômica: a Chefe de Família acontecerá do dia 20 a 30 de novembro, no Campo de São Bento, em Icaraí, a partir do meio dia.  Palestras, shows musicais, tendas gastronômicas são algumas das atividades do evento.
Nos dias 22, 23, 28, 29 e 30 de novembro, o Teatro Popular Oscar Niemeyer recebe a primeira edição do evento “Food Truck” na cidade. A nova tendência gastronômica urbana, que já é sucesso em cidades como São Paulo e Nova York, chega a Niterói com uma das maiores estruturas já realizadas no estado do Rio. Serão 14 trailers - verdadeiros restaurantes ambulantes - que oferecem desde culinária italiana, mexicana até cafeterias e docerias. O evento terá entrada gratuita e funcionará das 13h às 23h.
“A celebração dos 441 anos da cidade será uma forma de coroar o compromisso do governo com todos os moradores da cidade. Temos festejos em todos os bairros de Niterói. Isso mostra a amplitude da cultura no município, que só tem a ganhar com essa expansão. Fecharemos o ano de 2014 com chave de ouro, grandes realizações no campo cultural e no governo como um todo”, afirma André Diniz, presidente da FAN.

Veja os destaques da programação
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No dia 22, sexta-feira, dia do aniversário de Niterói, a celebração começa a partir das 9h, com uma Missa Solene, na Igreja São Lourenço dos Índios, que também receberá, em seu pátio a Banda Municipal Santa Cecília, o Coral da Clin e a Feira de Artesanato de Niterói. No fim da tarde, às 18h, o samba do compositor Dudu Nobre anima a comemoração dos 441 anos do município, no Largo São Jorge – Engenhoca, na Zona Norte da cidade.
·         Ainda no dia 22, a Prefeitura Municipal vai trazer mais um grande nome da música nacional para a orla de São Francisco. O espetáculo será aberto, às 18h, pela banda “Suricato” e teremos a apresentação surpresa de um grande nome do rock nacional.
·         A Companhia de Ballet da Cidade de Niterói firma parceria inédita com o Balé do Teatro Guaíra, de Curitiba, um dos mais importantes do Brasil. Juntas, as companhias vão apresentar, nos dias 22, 23 e 24 de novembro, às 20h30, no Teatro Popular Oscar Niemeyer, dois shows com coreografias que têm como temática a tradição. O Ballet Guaíra vai encenar “Sagração da Primavera”, já a Cia de Ballet de Niterói vai mostrar a inédita produção “Casa de Carii”.
·         No dia 29, sábado, os principais grupos de dança da cidade vão participar da “Mostra de Dança de Niterói”, a partir das 18h, na Praia de Piratininga. Às 17h, será lançado no MAC o catálogo “Curando 3”, terceira edição do catálogo da Sala José Cândido de Carvalho, com o registro de mais de 60 mostras. 
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E para encerrar o mês festivo, no dia 30, domingo, dois grandes shows de personalidades da música brasileira: Zeca Baleiro e Jorge Vercillo, às 18h, na Praia de Piratininga, em evento promovido pela Prefeitura.

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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

A caminho do Emmy

Quatro niteroienses integram a equipe do documentário “De volta” que concorre ao prêmio mais importante da produção televisiva mundial

Quatro niteroienses estão a um passo de conquistar um dos prêmios mais cobiçados da produção televisiva mundial: o Emmy Awards. Marco Antonio Campos, Paula Lagoeiro, Mauro Perelmann e Julia Queiroz integram a equipe do documentário “De volta”, indicado ao Emmy 2014 de Melhor Documentário. O filme, é um projeto autoral da produtora Coopas, que em 2012 foi o vencedor do 3º pitching do DOCFUTURA, do Canal Futura – Fundação Roberto Marinho.  Dirigido por Rafael Figueiredo, o documentário registra a saída temporária de quatro presidiários do Rio de Janeiro, durante o período natalino: Leandro, Sonia, Midiã e Anderson, acompanhando os reencontros, os lugares revisitados, as expectativas, as surpresas e as decepções. 
Uma das cenas do filme "De Volta" (foto divulgação)
O filme está indicado ao Emmy na categoria “Documentário”, dividindo a disputa com produções da Suécia, Coréia do Sul e Reino Unido.  O resultado será divulgado no dia 24 de novembro, durante a festa do Emmy em Nova Iorque, nos Estados Unidos.
A produção já foi exibida em festivais de cinema no Brasil, na Índia, Itália, Finlândia, China, Estados Unidos entre outros países, arrebatando diversos prêmios. Durante o mês de novembro, “De Volta” tem um circuito de estreia na América Latina, tendo sido apresentado na Guiana Francesa, no dia 18, e em seguida, no dia 27, virá para o Brasil, com apresentação na Cinemateca de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre. Em dezembro, será a vez de Colômbia e Equador exibirem o documentário. 
Gravado em dezembro de 2012, o projeto contou com o apoio da Pastoral Carcerária do Rio de Janeiro, da SEAP - Secretaria de Estado de Administração Penitenciária e da VEP - Vara de Execuções Penais. A equipe da produtora Coopas entrevistou diversos detentos que teriam direito a Saída Temporária de Natal daquele ano, selecionando as quatro histórias que são apresentadas no filme.
Foram seis meses batalhando diariamente pela execução desse filme. Entrevistamos cerca de 60 pessoas, 40 homens e 20 mulheres, até chegarmos a estes quatro personagens. Houve desencontros, problemas de comunicação entre os presos e seus familiares, muitos desistiram no meio do caminho. Só tivemos acesso a essas pessoas dez dias antes da saída de Natal. Em termos de produção, era tudo ou nada. Apostamos todas as nossas fichas e tivemos muita sorte ao encontrar quatro histórias tão interessantes” conta Paula Lagoeiro, produtora executiva do filme.
Para saber mais e acompanhar o filme, basta buscar a fan page no facebook e o canal ‘You Tube” com o nome “De Volta”.

Perfil

Paula Lagoeiro
Quatro niteroienses estão na equipe do filme que concorre ao Oscar. Paula Lagoeiro, que assina a produção executiva do documentário, é gerente de projetos da Coopas e acumula sete anos de experiência na produção de programas e documentários para televisão com enfoque em saúde, meio ambiente, direitos humanos e políticas públicas. Ela graduou-se em cinema em 2008, e atualmente cursa pós-graduação em planejamento estratégico para mídias sociais.  Além da produção executiva de “De Volta”, ela dirigiu a produção dos curtas-metragens “Homem Bomba”, “Garoto de Aluguel” e “Cowboy”, todos premiados em festivais de cinema.



Julia Queiroz
Outra niteroiense que integra a equipe é a produtora Júlia Queiroz. Formada em Ciências Sociais - Produção e Política Cultural pelo Instituto de Humanidades da UCAM, ela tem experiência na área de artes, com ênfase em formação e difusão artística. Foi produtora do “Encontro sobre Inclusão Visual do FotoRio” e coordenou e Rede Brazucah RJ. Hoje é coordenadora de projetos do Centro de Artes UFF. 



Mauro Perelmann
O músico, arranjador, compositor e produtor musical Mauro Perelmann, que assina a trilha sonora original do documentário “De volta”. Com mais de 30 anos de carreira, ele tem em seu currículo a música e a direção musical de vários espetáculos teatrais, como “Tragédias Cariocas para Rir” (1999), a peça “Equus” (2003), o musical “Anne Frank” (2008), entre outros.  Ele foi responsável também pela pesquisa musical da novela Pantanal, e ministra o ensino de música em diversas escolas do Rio de Janeiro, como CAL e MUSIARTE. A partir de 1996, começou a desenvolver um trabalho de pesquisa sobre música judaica e fundou o grupo “Zemer”, do qual é diretor musical, arranjador e violonista. Há 14 anos, Perelmann trabalha como produtor musical do projeto de Comunicação Social “Canal Saúde”, produzido pela Fundação Oswaldo Cruz, realizando a criação de música original para vários vídeos institucionais, documentários, vinhetas e programas televisivos.

Marco Antonio Campos (fotos acervo pessoal)
Nascido e criado em Niterói, Marco Antonio Campos completa o quarteto de “papa-goiabas” a caminho do Emmy. Ele é um dos co-diretores do documentário “De Volta”, e tem um carinho especial por Niterói:
“Guardo com saudade as primeiras experiências com as Artes e o Cinema, que acredito foram determinantes na minha formação. Quando criança, as sessões duplas do cine Mândaro em Santa  Rosa o primeiro musical   no Cinema   São Bento, as comédias   no Cine   Icaraí   e mais tarde as "loucas" sessões da   meia -noite   no Cine Arte UFF”.  
Quando adolescente, Marco trabalhou como ator, escritor e diretor do tradicional grupo teatral   Papel Crepom. Em seguida, seu talento atravessou a ponte, trabalhando com o Canal Saúde, um projeto da Fiocruz, unindo entretenimento e papel social da comunicação. Ele vibra com o sucesso que a série vem alcançando no Brasil e no mundo:

“Acredito que o sucesso que esse projeto vem obtendo nos festivais do mundo todo deva-se à dedicação de toda uma equipe apaixonada que entendeu e comprou a ideia desde o começo. Câmeras, produtores, som, pré-produção, editores e demais diretores, todos se empenharam para contar as histórias de nossos personagens de forma humana e verdadeira” finaliza.

domingo, 2 de novembro de 2014

Oportunidade: vagas em programas de Esporte e Lazer de Niterói com inscrições até o dia 7

Estão abertas até o dia 7 de novembro as inscrições para o Processo Seletivo Simplificado que oferece vagas para os cargos de coordenador pedagógico, coordenador de núcleo e agente social de Lazer e Esporte Recreativo para o desenvolvimento de atividades relacionadas ao Convênio PELC – Programa de Esporte e Lazer da Cidade, em Niterói. 

O convênio é uma parceria entre a Prefeitura de Niterói e o Ministério do Esporte, e tem por objetivo desenvolver e estimular a prática de hábitos esportivos e de lazer, além da integração social entre diferentes faixas etárias. Serão oferecidas diversas atividades esportivas e de lazer em diferentes pontos da cidade, visando atender a mais de 6 mil crianças, jovens, adultos e idosos.

Os interessados poderão fazer a inscrição na Subsecretaria de Assuntos Gerais, que fica na Concha Acústica de Niterói, Av. Cem, s/n.º, centro de Niterói. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: (21) 2717-2161 ou no local.

Programa Segundo Tempo 
Também estão abertas até o dia 7 de novembro as inscrições para o Processo Seletivo Simplificado que oferece vagas para os cargos de coordenador pedagógico e professor de Educação Física. Os profissionais desenvolverão atividades relacionadas ao Convênio PST – Programa Segundo Tempo, em Niterói.

O convênio é uma parceria entre a Prefeitura de Niterói e o Ministério do Esporte e tem por objetivo desenvolver e estimular a prática de esportes educacionais no contraturno escolar. Serão oferecidas atividades em diferentes pontos do município, para atender a mais de 1,5 mil crianças, adolescentes e jovens.

Os Profissionais de Educação Física interessados em participar do Processo Seletivo para trabalhar nos Núcleos do Programa Segundo Tempo poderão fazer suas inscrições  na Subsecretaria de Assuntos Gerais, que fica na Concha Acústica de Niterói, Av. Cem, s/n.º - centro de Niterói. Para obter mais informações os interessados podem ligar para o telefone (21) 2717-2161 ou ir pessoalmente ao local.