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domingo, 19 de abril de 2015

Livro CTI – Antessala da Morte será lançado em Rio Bonito

Aproveitando o aniversário de 169 anos de emancipação político-administrativa do município de Rio Bonito, o jornalista Mário Dias estará lançando o seu livro “CTI – Antessala da Morte – um passeio pela vida” no dia 8 de maio, naquela cidade.
O evento será às 20h, no restaurante Mirassauer, um dos mais frequentados de Rio Bonito. No livro, o repórter fala de várias reportagens, nas áreas musicais, políticas, eventos, dentre os quais um concurso de beleza que terminou em tumulto na cidade; variedades, personalidades como Fidel Castro, Jorge Aragão, João Nogueira, Zeca Pagodinho e Escolas de Samba.
Os capítulos do livro tem como ambiente central o CTI – Centro de Tratamento Intensivo – onde o autor esteve internado com um relato que começa aos quatro anos de idade, e atravessa décadas de jornalismo. “É um livro que envolve a quem lê”, frisa o jornalista Vinicius Martins, nascido em Rio Bonito e que esteve no lançamento no Rio de Janeiro.
Niterói

O livro estará sendo relançado também em Niterói, no dia 12 de maio, a partir das 20h, no Steak House, localizado na Rua Gavião Peixoto, 176, em Icaraí.   

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

CTI: Antessala da Morte - um passeio pela vida

Jorge Aragão, um dos personagens citado na obra, recebe o livro
de Mário Dias (fotos divulgação)
O quinto livro do jornalista Mário Dias teve lançamento em Niterói, levando um grande número de pessoas ao Canto do Rio FC e agora é vendido também nas bancas de jornais. 
Mario Dias e Jorge Castanheira,
presidente da Liesa




















Eis algumas em Niterói e no Rio de Janeiro:
1-      Avenida Amaral Peixoto, em frente ao Restaurante Requinte
2-      Barão do Amazonas, esquina com Coronel Gomes Machado
3-      Rua Visconde de Sepetiba, próximo à Prefeitura Nova
4-      Rua Visconde do Rio Branco, esquina com Coronel Gomes Machado
5-      Rua Presidente Pedreira, esquina com Paulo Alves, no Ingá
6-      Rua Presidente Pedreira, esquina com Pereira Nunes
7-       Rua Itaperuna, esquina com Paulo Cesar, Santa Rosa
8-      Praça XV, no Rio de Janeiro

CTI – Antessala da Morte – um passeio pela vida é um livro-reportagem. Política, mundo do samba, eventos e 50 anos de jornalismo.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Livro-reportagem: CTI – Antessala da morte: um passeio pela vida

Com 186 páginas, o 95 das quais em capítulos, o livro “CTI – Antessala da morte: um passeio pela vida”, pela editora Muiraquitã, é uma narrativa do jornalista Mário Dias ao estilo de revista como série de reportagens, abordando a infância, adolescência, décadas de jornalismo e o convívio com funcionários variados.
Políticos, dentre os quais Tenório Cavalcanti, o “Homem da Capa Preta”, Chagas Freitas, Leonel Brizola, Geremias Fontes, Lula, Jorge Roberto Silveira, Aécio Nenci, Sílvio Lessa são alguns dos citados. No meio artístico, Jorge Aragão, Zeca Pagodinho, Dudu Nobre, João Nogueira, entre outros, são lembrados na passagem do “Botequim do Samba”, tanto na Rede Manchete de Televisão, quanto na Rede Globo, produzido por Mario Dias.
As reportagens policiais, investigativas, os grandes eventos, como o réveillon na praia, o “Rio Elétrico”, a Micareta do Rio; o Bloco das Piranhas, o Carnaval, as Escolas de Samba, a Festa dos Bois de Parintins; São João e as rodas de samba também estão neste livro-reportagem. Nele ainda o autor revive os desfiles de Miss, moda e apresentação do cerimonial de Fidel Castro, super comícios e shows.

Os anos de censura da Ditadura, prisões, as reinvindicações sindicais e estudantis, os muitos “casamentos”, os fatos pitorescos e a fé em São Jorge também estão neste trabalho, com o autor “saindo” do CTI – Centro de Tratamento Intensivo – onde esteve internado há 30 anos, para fazer esta viagem no tempo. O livro será lançado no dia 10 de dezembro, às 20h, no Salão de Eventos da Pizzaria Guanabara da Lapa, na avenida Mem de Sá, 17. Já no dia 16, o livro será lançado no Canto do Rio Futebol Clube, em Niterói, com música popular brasileira. 

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Editorial - Cunha abre o DESTINOS, réveillon, bom Natal e feliz Ano Novo

Nesta edição, o leitor ganha mais uma alternativa de leitura e informação, o caderno “Destino”, onde o CASA DA GENTE sinaliza um lugar para ser visitado. Cunha, na divisa entre Rio e São Paulo, tem todos os ingredientes para atrair quem gosta de qualidade de vida. Leia com atenção, vá conferir e indique para os amigos.
O momento é de réveillon, o que também reportamos, especialmente do Rio de Janeiro, o maior do Brasil, e Niterói, sempre uma boa opção.
Ainda neste número, noticiamos o calendário dos ensaios técnicos das escolas de samba do Grupo Especial e Acesso na Marquês de Sapucaí, que levam um grande público para a avenida.
Os clubes, que promovem boas festas de réveillon também são reportados. Tem muito mais, o leitor verá, mas aproveitamos para com muito carinho desejar a todos um maravilhoso Natal e um Ano Novo de muita realização, saúde e felicidade.


Que Venha 2014! 

Mario Dias - Diretor - Jornal Casa da Gente

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

A cidade é minha casa, os habitantes a família

Por Mário Dias

        
É assim que me sinto em Niterói, por todas as regiões da ex-capital fluminense, inclusive na periferia, comunidades e nos 52 bairros é chegar e aparecer alguém saudando-me “Dá-lhe, Mario Dias”, nome  e sobrenome que plantei em cada logradouro, fazendo reportagens, eventos, campanhas políticas, ouvindo reinvidações e “jogando conversa fora”.
         Nascido em São Gonçalo, vim morar ainda garoto com meus avós no Barreto, em Niterói, embora mantenha minhas origens no vizinho município. Lembro com saudade do extinto Mercado São Sebastião, na Praça Enéas de Castro,  no Barreto, onde havia um coreto com programas de calouros e shows comandados por Eugênio Ribeiro, um comunicador da década de 70. No local também aconteciam comícios políticos.
O Barreto era chamado da “capital da alegria”, com programação dos clubes Bandeirantes, Cruzeiro, Fiat Lux, Manufatura, Byron, Humaitá e Cinco Julho, estes dois últimos ainda resistindo ao tempo. Desfiles de blocos, principalmente o “Tudo sabe e nada diz”, “Zorro” e “Arrasta tudo”, um bom carnaval de rua, atualmente mantido pelo vereador Paulo Bagueira e outros abnegados.
        
Na Venda da Cruz e Tenente Jardim, os bailes e shows no Miami Clube além do Bloco Bafo de Bode. Na Engenhoca, as escolas de samba Corações Unidos e Canarinhos, além do Clube Guarani e o Bloco da Calça Lee. Na Vila Ipiranga, a Escola de Samba Sabiá, a mais velha de Niterói, e ainda a Caçadores da Vila.
         No Fonseca, os bailes do Marajoara, Caixotinho, e principalmente no Fonseca Atlético Clube, onde durante mais de 10 anos a Escola de Samba Acadêmicos do Cubango realizava excelentes ensaios, os quais eu comandava o microfone, sempre supervisionado por Nei Ferreira, fundador da verde-e-branca. Ainda no Fonseca, o bloco da chaleira, na Teixeira de Freitas.
         No Caramujo, a Escola de Samba Combinado do Amor, de onde surgiu a primeira passista internacional, Paula, que foi levada para o Salgueiro. Lá, exisita o Figueira, que promovia ótimas noitadas. No Cubango, além da Escola, o Centro Pró-Cubango, com festas embaladas por “charme”, um ritmo que está voltando. Em Santa Rosa, os blocos “Sai tarde, volta cedo, “Dominó”, “Preto e Branco” e a banda com o nome do bairro, assim como os clubes, “Pioneiros” e “Marieta”. No Vital Brazil, a escola de samba Sousa Soares, disputando popularidade com a Acadêmicos do Beltrão, sendo a “Garganta” berço da Escola de Samba Unidos do Viradouro.
        
Na Zona Sul, fundamos a Banda do Território Livre de Icaraí, batizada pela Banda de Ipanema e que teve a chacrete Fátima Boa Viagem como madrinha; a Unidos de Mem de Sá, com o jogador Gerson, eterno canhotinha de ouro, batendo o Bloco das Piranhas, agora completando 30 anos; o réveillon da Praia de Icaraí, os três com ajuda de Jerônimo, do Ponto Jovem, na época proprietário do Chalé. O Baile da Tropicália do Clube Central, sempre com a presença de Leila Diniz, que morava em Niterói, precocemente falecida num desastre aéreo. As noitadas de samba do Regatas Icaraí, onde também aconteciam competições náuticas. Em Charitas, a programação do Aero Clube, agora voltando nos fins de semana na Casa do Caranguejo, disputando espaço com a Academia de Niterói, em São Francisco, que mantém eventos às sextas-feiras e sábados; os bailes do Havaí e Tropicália, do Jurujuba Iate Clube, que se mantém ativo sob o comando de Jorge Mira; a Banda do Ingá, criação do vereador Gallo, uma tradição; os bailes do Gragoatá, e no Centro de Niterói, o maravilhoso Carnaval – considerado o segundo maior do Brasil por Jorge Amado, quando foi jurado, na Avenida Amaral Peixoto, que agora a União das Escolas de Samba e Blocos tenta resgatar. Na Região Oceânica, o inesquecível Hildo Mello, que era interventor da colônia de pescadores e atualmente a força e organização de Jorge Bellas, em Itaipu.
         Reafirmo que em cada bairro ou logradouro de Niterói, tenho dezenas de amigos, formando uma rede de informantes do CASA DA GENTE, aos quais nestes 440 anos da cidade, agradeço com carinho, a sinceridade, com a certeza de que sempre estaremos juntos.

         Nesta grande família, incluo líderes religiosos, simbolizados pelos padres Wallace  Assis, da Igreja de São João e Igreja de São Jorge; Pastor Nilson do Amaral Fanini (falecido), Miguel Gonçalves, do Centro de Pesquisa Afro-Brasileira e Maria das Dores Rocha, da Casa da Caridade Miguel Arcanjo.