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quarta-feira, 7 de agosto de 2019

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Os caminhos da Moda Inclusiva


Etiquetas em braile, cortes e costura diferenciados e adaptações criativas marcam as inovações do mercado 

Por Suzana Moura *

Um novo significado para a vida e uma maneira de promover conforto e autonomia às pessoas que possuem algum tipo de deficiência. Essa foi a motivação da estilista Silvana Louro ao criar a marca Equal Moda Inclusiva. Tudo começou com a primeira peça que desenvolveu, um uniforme adaptado para os paratletas da delegação fluminense, em outubro de 2015. A partir daí, ela ficou fascinada por esse universo.
Silvana pesquisou durante cinco anos sobre essas adaptações e fez diversos laboratórios para encontrar um tecido confortável e fresco. Depois desse projeto, ela decidiu desenhar também peças casuais. O primeiro desafio foi entender os movimentos e as limitações de cada pessoa. A estilista passou por um laboratório com um fisioterapeuta para desenvolver as peças e chegou a conclusão que a inclusão faz parte do momento onde você consegue trocar experiências.
"As roupas possuem uma confecção totalmente especial.O grande trunfo das peças são os zíperes laterais. O quadril e os joelhos que são zonas de pressão, são locais em que o corte é muito bem trabalhado, além do cós ser mais alto e a adequação da bainha", explica Silvana.
Além do diferencial do corte, as peças contam também com etiquetas em braile para pessoas que tenham deficiência visual possam saber, por exemplo, a cor da roupa que estão usando. 



Nanismo: blogueira derruba mitos

Com nanismo e hidrocefalia, e medindo 1,20 cm de altura, a modelo e blogueira Rebeca Costa é exemplo de superação. Vaidosa, Rebeca criou o blog de moda Looklittle, que surgiu com o intuito de elevar a auto-estima das pessoas com ou sem deficiência.
“Nunca deixei que me diminuíssem por causa dos meus poucos centímetros de altura. O blog foi influenciado por amigos que queriam saber como eu adaptava minhas roupas, já que nanismo sempre teve a fama de usufruir roupas infantis, e eu quero derrubar esse mito, pois precisamos ser enxergados pelo mundo da moda uma vez que o nosso maior problema na moda são braços, pernas curtas e pés pequenos, o resto, é de adulto”. conta.
Com a ajuda de sua mãe, sua maior incentivadora, a modelo elabora adaptações, como transformar blusa de meia manga em manga comprida, e dá dicas de onde conseguir sapatos da sua numeração, melhores lojas e fabricantes. Para segui-la, basta procurar @looklittle nas redes sociais.

Moda praia
Estilista de uma marca de moda praia ecofashion, com um cunho sustentável e consciente, Darling Cavalcante decidiu dar um passo adiante na criação de uma nova linha de roupas. Assim nasceu o projeto Rodas da Moda, voltado para moda praia e mulheres que possuam algum tipo de deficiência física.
"Meu objetivo é ajudar um grupo discriminado, potencializando a cidadania e consciência social, através da capacitação de pessoas com deficiência em cursos de modelo fotográfico e passarela", explica a estilista.

* Suzana Moura é jornalista com extensão em Marketing Digital e Assessoria de Imprensa e Comunicação. Está a frente do "Ainda Uso", canal de moda e comportamento consciente.




terça-feira, 1 de maio de 2018

"Quem fez minhas roupas?"


A jornalista Suzana Moura apresenta importantes reflexões sobre o mundo da Moda

A jornalista Suzana Moura (foto acervo pessoal)
A sociedade está baseada em uma lógica de produção e consumo acelerados. Somos estimulados o tempo inteiro à compra através do lançamento de novos produtos por uma perspectiva assustadora. O lucro e a satisfação pessoal chegam em primeiro lugar, deixando de lado questões relevantes como a responsabilidade social e ambiental.
A moda nos estimula como consumidores, com novas tendências e coleções a cada dia, e nos obriga a pensar que precisamos comprar desesperadamente, seja devido aos preços baixos ou apenas pelo simples fato de comprar. Além disso, outro fator caminha lado a lado com o consumo: a vida. Já parou para pensar em quem está do outro lado das vitrines? Quem são as pessoas que costuram as peças de alta costura tão desejadas e que permeiam as páginas de revista e as passarelas pelo mundo?
Uma tragédia em Bangladesh, na Ásia, no dia 24 de abril de 2013, ganhou os noticiários e trouxe à tona um tema ainda intocável, o trabalho escravo, aquele que lemos nos livros de história... Aquela prática que apesar da abolição internacional, ainda sobrevive como atividade ilegal que submete suas vítimas a abusos não tão diferentes daqueles dos feitores de antigamente.
Suzana Moura, Manoela Castro e Patricia Sant'anna
em roda conversa da Rio Fashion Revolution
(foto divulgação)
Assim nasceu o Fashion Revolution, movimento criado por líderes da indústria da moda sustentável que se uniram depois do desabamento do edifício Rana Plaza e que deixou 1.133 mortos e 2.500 feridos. Pessoas que se submetiam a trabalhar de forma abusiva e insalubre, pelo fato de não ter oportunidade. Essas são as pessoas que fazem as peças de grandes marcas e aquelas que compramos na “lojinha” e que custa “baratinho”. O movimento atua em mais de 90 países atualmente e tem seu grande momento de reflexão e conscientização, nos meses de abril, onde debates, palestras, eventos, e tantas outras manifestações vêm somar em prol da vida. Estamos na semana do Fashion Revolution Week e através de ações mostramos que é possível fazer uma moda justa.
Costumo sempre citar em meus bate papos, sejam informais ou não, o desabafo de uma grande amiga que trabalha no segmento da moda há quase 20 anos e em um determinado momento de sua carreira pensou: "Não quero mais fazer uma moda que deixa minhas mãos sujas de sangue!" O objetivo do Fashion Revolution é aumentar a conscientização sobre o verdadeiro custo da moda e seu impacto em todas as fases do processo de produção e consumo, mostrando ao mundo que a mudança é possível sim e que através da união dos envolvidos na criação de um futuro mais sustentável, conseguimos criar conexões exigindo transparência das marcas.
Com o slogan simples e direto "quem fez minhas roupas?", o movimento aborda temas relevantes e traz à tona uma realidade que não é mostrada, ao contrário, é ignorada. Fomentamos o debate para uma moda consciente, ética e humana. E você, já se fez essa pergunta?

Suzana Moura é jornalista com extensão em Marketing Digital e Assessoria de Imprensa e Comunicação. Está a frente do "Ainda Uso", canal de moda e comportamento consciente que discute o consumo e é a primeira assessoria de imprensa, comunicação e consultoria para empresas de cunho sustentável.


domingo, 22 de outubro de 2017

Marcas investem em Moda Sustentável

Resgatar e transformar peças em jeans
é o desafio da Doi.is
(fotos divulgação)
Jeans reutilizados, peças feitas com garrafas PET, roupas usadas que ganham uma nova cara. Essas alternativas vêm sendo usadas por estilistas e empresários de Niterói, São Gonçalo e Rio. A Moda sustentável e consciente vem atraindo clientes brasileiros e estrangeiros.
Baseada em São Gonçalo, a marca Doi.is surgiu do encontro da professora Giselly Martins e da sua aluna, Byanca Coutinho que viam a necessidade de trazer para a moda consciente, a valorização de quem faz suas peças e o conceito da reutilização. De acordo com as duas jovens, as pessoas só vão mudar sua forma de consumir com mais conhecimento sobre esses assuntos.
A matéria prima da marca é o jeans. As peças são produzidas através de doações que recebem e também de peças que são garimpadas em brechós. Segundo as empresárias, é preciso lançar o segundo olhar para uma peça de roupa para então, produzir uma peça única e exclusiva.
"Trabalhamos com a construção e a desconstrução de uma peça. Nosso objetivo é resgatar peças e trabalhar para todos os tipos de corpos e tamanhos e mostrar que uma roupa que não usamos mais, pode ser transformada e vestir uma outra pessoa de forma plena, afinal, todos nós temos uma peça jeans em casa que não usamos mais. A união do consumo consciente com o segundo olhar para a roupa é o produto final das nossas peças".
Marear: conscientização
Especializada em acessórios sustentáveis, a grife niteroiense Marear Eco Design tem como matéria prima retalhos de jeans e materiais como garrafas pet e embalagens de xampu. Mais que criar peças com um design inovador, a Marear busca conscientizar o consumidor, que compra não só o produto, mas junto compra o conceito.
Valorizar o feito a mão, a reutilização de materiais que seriam descartados, a moda pensada e justa. "As pessoas se apaixonam e querem saber como é o processo de escolha, lavagem, ou seja, cada detalhe da criação da peça. Procuro ser sustentável em todas as etapas, uso água da chuva e da máquina de lavar para fazer as peças, até o aproveitamento quase que total de todos os resíduos que gero", explica Andreia Sant'Anna proprietária da marca.
Grife 2º Andar investe em plataforma de formação
Já a "2º andar - Roupa Refeita" se firmou no mercado de moda sustentável com uma proposta de plataforma de ensino e informação sobre reuso, customização e upcycling de roupas. Através de vídeos, textos, tutoriais e entrevistas o site www.rouparefeita.com.br difunde ideias e soluções simples para todos os interessados em se relacionar de forma diferente com o que temos parado nos nossos armários e nas nossas vidas.
A marca carioca está sob o comando da estilista Thais Faria. Atuando no mundo da moda há 16 anos, ela trabalhou em diversas marcas do Rio, e, especializada em ilustração e estamparia, foi para uma grande fast fashion no Chile em 2011. Essa experiência, somada ao nascimento do seu filho mudaram sua perspectiva de carreira para sempre. 

sábado, 16 de abril de 2016

Conexão Paris-Niterói

MAC de Niterói terá desfile da prestigiada grife francesa Louis Vuitton
   
O estilista Nicolas Ghesquiere em visita de locação no MAC
(foto reprodução Instagram)
A grife internacionalmente reconhecida Louis Vuitton  escolheu a cidade de Niterói para a apresentação da sua coleção "Cruise". O evento acontecerá no dia 28 de maio, sábado no Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC), projetado pelo arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer.
A apresentação da coleção Cruise da Louis Vuitton marca a primeira vez em que o museu é a sede de um desfile de moda, sendo também uma ocasião para celebrar os 20 anos de aniversário do museu e a sua reinauguração ao público após um grande projeto de renovação.
"Este lugar me inspirou de imediato. Após a propriedade de Bob e Dolores Hope, projetada por John Lautner em Palm Springs, na Califórnia, damos continuidade à jornada arquitetônica que é tão característica da Maison Louis Vuitton. É como ser transportado a uma associação onde a natureza, a geografia e a arquitetura reúnem-se na visão de um grande arquiteto, como foi o caso com John Lautner. Com a coleção Cruise 2017, descobriremos a visão de Oscar Niemeyer", explica Nicolas Ghesquière, Diretor Artístico das Coleções Femininas da Louis Vuitton.
“Será um prazer dar as boas-vindas aos nossos convidados no Rio de Janeiro, no coração do Brasil. A três meses dos Jogos Olímpicos, a atenção do mundo está voltada para o Rio, e ficamos muito animados por estar aqui neste momento. Uma vez mais, iniciamos uma jornada de descoberta a um lugar diferente com um espírito incrível e uma cultura tão bem representada pelo trabalho de Niemeyer e por esta maravilha arquitetônica de outro mundo ", Michael Burke, Presidente e CEO da Louis Vuitton.
Após a realização do desfile, a Maison Louis Vuitton apoiará a programação artística do museu por um ano, com quatro exposições.

Desde 1854, a Louis Vuitton traz ao mundo designs únicos, combinando inovação e estilo, sempre em busca da mais alta qualidade. Hoje, a Maison permanece fiel ao espírito de seu fundador, Louis Vuitton, o qual inventou a genuína “Arte de Viajar” por meio de malas, bolsas e acessórios, peças tanto criativas quanto práticas e elegantes. Desde então, a ousadia tem moldado a história da Louis Vuitton. Fiel à sua tradição, a Louis Vuitton abriu suas portas para arquitetos, artistas e designers com o passar dos anos, desenvolvendo áreas como ready-to-wear, sapatos, acessórios, relojoaria, joalheria e artigos de papelaria. Esses produtos cuidadosamente projetados são a prova do compromisso da Louis Vuitton com o mais refinado trabalho artesanal. 

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

A beleza que encantou a Itália

Ex-moradora do bairro de São Lourenço, em Niterói, a modelo Sheila Moraes é sucesso em Nápoles
           
Sheila Moraes em evento de moda na Itália
(foto Alfonso Petti)
Quem admira a beleza da modelo e manager de moda Sheila Moraes nos desfiles, fotos e participações televisivas não desconfia toda a história que está por trás de seu lindo e meigo sorriso.  A jovem de 33 anos, que mora há 11 anos na Itália, já enfrentou muitos desafios para contar as vitórias de sua carreira. Natural de Salvador,  Sheila veio morar em Niterói com a sua mãe e dois irmãos ainda com oito meses de idade.
            "Chegamos apenas com nossas malas. Por enquanto minha mãe lavava roupas para diversas famílias, meus irmãos vendiam salgadinhos que minha mãe fazia, e com isso íamos aprendendo a importância de lutar para a sobrevivência".
            Com o tempo - e persistência na "luta" baseada na união familiar entre a mãe e os irmãos mais velhos Reinaldo e Leila - as coisas foram melhorando: sua mãe conseguiu um emprego fixo, e os irmãos também trabalhavam bastante para ajudar a sustentar a casa.
            Ainda no Brasil, com a ajuda e o apoio da mãe, Sheila realizou cursos de formação de modelo e conseguiu, através do apoio do "olheiro" e professor de moda Moisés Karran, participar de um dos concursos mais importantes do país, o Elite Models. Sheila chegou a ficar entre as finalistas. Ela também concorreu a Rainha do Carnaval de Niterói, e batalhou para colocar em prática um projeto de aulas para jovens do bairro de São Lourenço, em Niterói - onde ela residiu durante muitos anos - com a ajuda do advogado Márcio André Rodrigues.
           
Já se preparando para a TV (foto acervo pessoal)
A mãe, dona Alice
Oliveira dos Santos, é uma das grandes referências de Sheila. Chamada a todo tempo de "rainha", ela foi uma das grandes apoiadoras de sua carreira de modelo.  Casada com Salvatore Caravella, com quem teve um filho, o pequeno Vittorio Caravella, de 6 anos, Sheila reside atualmente em Nápoles, local que adotou como sua segunda cidade natal.
           
Sobrinha de Sheila, Lorena Santos é uma das finalistas do
Concurso Miss Ciclismo (foto Alfonso Petti)
Sheila chegou à Italia em 2004, e começou do 'zero': trabalhou como garçonete para se sustentar e continuar ajudando a família mesmo à distância, e se esforçou muito para aprender a língua e a cultura italiana. Na ocasião, ela morava na cidade de Bologna, onde permaneceu por três anos. Em 2007, ela se mudou para Nápoles, e depois de casar e dar à luz ao seu filho, e de se sentir mais segura e adaptada à sociedade italiana, recomeçou os trabalhos como modelo. E assim, ela vem colecionando convites para trabalhar em desfiles de moda, showroons, feiras especializadas entre outros eventos.
            Hoje, Sheila divide seu tempo entre o trabalho no setor administrativo de uma empresa pelas manhãs, os afazeres de mãe e esposa em casa, e à noite, participa das gravações de uma série italiana televisiva chamada "Ischia Forever", com a renomada atriz e cantora italiana Lucia Cassini, que tem estreia prevista em setembro.
            Além disso, ela vem se preparando para seu mais novo desafio: ser apresentadora televisiva. O convite partiu da Partenope TV - canal regional, onde ela trabalha como júri de um programa que está no ar. Ela está animada com a nova etapa que está por vir:
          
Sheila ao lado da mãe, dona Alice: inspiração
(foto acervo pessoal)
  "São muitas oportunidades em vista, e o meu grande sonho agora é poder ajudar outras pessoas. Como venho de uma origem humilde, um dos meus maiores prazeres é poder ouvir as histórias e tentar ajudar a todos".
            Mesmo com a carregada jornada de trabalho, Sheila ainda encontra tempo para ser também manager, cuidando com todo carinho da carreira da sobrinha Lorena Santos, de apenas 17 anos de idade, que se mudou há poucos meses para a Itália. "Lorena é linda, tem 1,78 de altura,60 de cintura, tem tudo para se tornar uma grande top! Para mim, é uma emoção grande em poder ajudar alguém que gosto tanto", conta.
            Lorena já está participando do concurso nacional "Miss Ciclismo", e foi a mais votada na etapa semifinal, contando também com uma torcida brasileira que votou via internet. Em outubro, ela vai disputar a final da competição.
            Apesar de sofrer com a distância da família, Sheila confidencia que desde pequena ela já pressentia qual era o seu destino.
            "Penso que não é fácil pra ninguém estar longe de parentes, familiares, amigos, mas aqui é o lugar onde me estabeleci, que Deus escolheu para ser feliz junto com a minha família. É engraçado porque quando era criança, eu sempre dizia que iria morar fora do Brasil, me casar, trabalhar, ser feliz... pequenas histórias e sonhos de criança, mas não é que se tornou realidade? Então, basta acreditar!", finaliza.



segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Fotografia de moda é tema de palestra

(foto divulgação/Angela Roumilac)
A Sociedade Fluminense de Fotografia (SFF) realiza na quinta-feira, 26 de fevereiro, às 19 horas, uma palestra gratuita sobre fotografia de Moda. A palestra será ministrada pela fotógrafa Luciana Avellar, formada em jornalismo e com experiência de mais de 10 anos nas editoras Globo e Abril e com três exposições individuais. O evento antecede ao curso que Luciana oferece na SFF sobre o tema, e irá abordar aspectos sobre ensaio de moda, seu processo de escolha dos conceitos de marca, linguagem, modelo, luz, direção de arte e publicação. O evento é gratuito e a SFF fica na Rua Doutor Celestino, 115, Centro de Niterói. Informações podem ser obtidas pelo telefone 2620 1848.

sábado, 20 de julho de 2013

A moda que traz mais Poesia para a vida


Uma moda despojada, mas sem perder a elegância e a versatilidade : esta é a proposta da loja Poésie. Especializada em Moda Feminina, a loja que acaba de ser inaugurada no Jardim Icaraí tem à frente a charmosa administradora Marina Elias, de 28 anos, sendo 10 dedicados ao comércio de roupas. Este é o primeiro empreendimento da jovem, que teve uma inspiração pra lá de lírica para o nome:
« Sempre tive vontade de ter um negócio meu, e como desde os 18 anos trabalho com comércio, resolvi apostar no que gosto. Procurei os nomes, queria algo em francês, já que gosto muito desta língua, e daí surgiu o Poésie ».
Uma variedade de peças – entre vestidos, calças, casacos, blusas e camisas – encontra-se a disposição das clientes, com preços acessíveis. A loja Poésie fica na Rua Paulo Cesar, 297 – loja 1A Icaraí, e funciona de segunda a sexta, das 9h às 18h e sábado das 9h às 14h. O telefone para contato é 3629-1329 e o e-mail é lojapoesie@gmail.com. A loja aceita cartões de crédito.