No sábado, dia 21 de outubro, o Shopping Bay Market recebe happy hour com a cantora Tita Garcia, a partir das 19h. No repertório, releituras inéditas de compositores nacionais e internacionais. O evento é gratuito e será realizado na Praça de Alimentação.
A escrita, uma herança de família, quase fez a artista seguir o caminho do avô, o jornalista Alexandre Garcia. Mas, Tita preferiu direcionar seu talento para outra arte: a música. E com o apoio da família, amigos e músicos, ela produziu, junto ao produtor Igor Silva, seu primeiro EP autoral, intitulado ‘Felina’, composto por sete faixas. A artista já se apresentou em diversas cidades do Brasil e do mundo como Porto Alegre, Santa Catarina, São Paulo e Londres.
No espetáculo, Tita apresentará sucessos que vão do pop rock à MPB, com arranjos especiais e diferenciados. Como influências musicais, artistas como Caetano Veloso, Norah Jones, Fiona Apple, Rita Lee, entre outros.
Na mostra "VR: Realidade Virtual", o
Festival do Rio exibe gratuitamente curtas com a tecnologia que coloca o
espectador dentro do filme
Exibição em VR no Festival Varilux neste ano
Por Cristiana Giustino*
Algumas
pessoas já devem ter visto por aí alguém com óculos gigantes se movendo em 360º
graus em busca de algo, como se não houvesse nada mais a sua volta. Ledo
engano. O sujeito tem algo a sua volta sim, um universo virtual e paralelo.
Trata-se de alguém experimentando a sensação da Realidade Virtual Imersiva (ou
VR, sigla de virtual reality), seja em um filme, um jogo ou em qualquer outro
conteúdo audiovisual com narrativas capazes de se adaptarem a esta nova
tecnologia, ainda pouco conhecida entre os brasileiros. Com os óculos de VR, o
espectador “entra” na cena do filme, não como um influenciador da narrativa
(esse papel, por ora, cabe aos jogos em VR), mas como um voyeur desapercebido.
Em sintonia
com os principais festivais do mundo, o Festival do Rio realiza pela primeira
vez uma mostra dedicada ao VR, possibilitando que esta nova tecnologia seja
experimentada e conhecida pelo público. Entre os dias 12 e 15 de outubro, o
Centro Cultural Justiça Federal, na Cinelândia, abriga a mostra, com uma
seleção de experiências únicas de imersão total. São obras de ficção, documentário,
animação e jogo em VR que poderão ser experimentadas gratuitamente. Mas
prepara-se para eventuais filas, já que estarão disponíveis “apenas” 8 óculos.
O “apenas” está entre aspas porque estamos falando de uma tecnologia ainda
pouco acessível financeiramente. Cada um dos óculos pode sair por cerca de 600
dólares. Mas uma coisa é certa. Se você conseguir assistir a um dos cinco
filmes disponíveis, sua concepção de cinema nunca mais será a mesma.
A experiência VR em "I, Philip", um dos curtas de ficção
exibidos no Festival do Rio
A Realidade
Virtual Imersiva traz consigo uma série de mudanças na nossa percepção do
conteúdo audiovisual. No cinema, o VR expande não só o frame, mas também a
narrativa, gerando numerosas possibilidades de se contar uma história. O diretor
do filme deixa de ter a primazia sobre o direcionamento do espectador, que
agora pode olhar para onde ele quiser, até mesmo para o local onde não esteja ocorrendo
nada que afete a história contada. Por outro lado, a sensação de imersão no
ambiente da narrativa é mais efetiva, ampliando a capacidade de empatia e
aproximação emotiva com o tema desenvolvido, o que ocorre especialmente nos
documentários em VR. Além dos óculos, principal instrumento da Realidade Virtual
Imersiva, existem outras camadas de imersão que ampliam estas sensações, como o
4D, que utiliza som, cheiros e movimentos da poltrona, em salas que já existem
nos EUA e na Holanda. Mesmo estando em uma sala de cinema, a experiência deixa
de ser coletiva, passando a ser individual, já que a fruição do conteúdo varia
para cada espectador.
Grandes
diretores já estão filmando em VR. O mexicano Alejandro Iñárritu lançou este
ano no Festival de Cannes “Carne e Areia”, filme sobre imigração. E Spielberg
está finalizando “Jogador Número 1”. No Brasil, a tecnologia ainda é muito
incipiente.“SteptotheLine”, filme dirigido pelo brasileiro
Ricardo Laganaro, da O2 Filmes, foi exibido no Tribeca Film Festival 2017.
Outros diretores, como Fernando Meirelles, têm projetos em curso.
No Rio de
Janeiro, não é a primeira vez que o temos uma ação da proporção proposta pelo
Festival do Rio. Em abril deste ano, o Oi Futuro Flamengo abrigou por mais de
um mês “Cartas a Lumière”, obra de Fabiano Mixo. No vídeo imersivo, que tem
como cenário a Central do Brasil, o artista visual explora as multidões que passam
diariamente por lá. Traça um paralelo entre as reações do público do
Grand Café de Paris ao primeiro filme dos Irmãos Lumière, em 1895, e a excitação
contemporânea diante da Realidade Virtual. Também este ano, o Festival Varilux de
Cinema Francês exibiu oito curtas em VR.
MOSTRA VR NO
FESTIVAL DO RIO
PROGRAMA 1
(20 min)
Altération -
Ficção | França, 2017 (20 min)
Uma viagem
poética para o futuro. Alexandro é voluntário numa experiência de estudo dos
sonhos. O que ele não sabe é que sofreria a intrusão de Elsa, uma inteligência
artificial que analisa e assimila seu inconsciente para se humanizar.
PROGRAMA 2
(38 min)
<<< Sergeant
James - Ficção | França, 2017 (7 min)
É hora de
Léo ir dormir, mas ele acredita que há alguma coisa estranha debaixo da cama.
Seria apenas a imaginação de um menino ou algo mais sinistro?
+
I, Philip -
Ficção | França, 2016 (15 min)
Um
engenheiro de robótica revela sua mais nova invenção: Phil, um androide que é
uma cópia do autor de ficção científica Philip K. Dick.
+
I Am Rohingya
- Documentário | Qatar, 2017 (8 min)
Jamalida
adora dança. Ela é uma muçulmana Rohingya que, depois de fugir de Myanmar, país
que não a considera cidadã, vive em um campo de refugiados em Bangladesh.
Lessi
Phillips tinha 16 anos quando um oleoduto explodiu perto de sua aldeia. Quase
dez anos depois, ela nos mostra a devastação ambiental que afetou sua
comunidade.
Os programas
1 e 2 estão em cartaz continuamente de 12 a 15 de outubro, das 14h30 às 19h.
GAME
The
Last Squad - Um jogo Arkave VR Brasil, 2017 (5 min)
Arkave VR é
uma arena de jogos em Realidade Virtual onde as experiências mais imersivas,
conectadas e emocionantes podem ser vividas. No jogo The Last Squad você deve
defender a última base na Terra da invasão de alienígenas.
O game está
em cartaz apenas no dia 14 de outubro, das 14h30 às 19h.
O Centro
Cultural da Justiça Federal fica na Av. Rio Branco, 241 – Centro. Entrada
gratuita.
*Cristiana Giustino é pesquisadora de
conteúdo e analista de projetos culturais
O
crescimento do número de títulos brasileiros exibidos é diretamente
proporcional ao aumento da produção audiovisual nacional * Por Cristiana Giustino
"Gabriel e a Montanha" (foto divulgação)
O Festival do Rio está em curso e nele,
a Première Brasil, mostra exclusivamente dedicada à produção e coprodução de
filmes brasileiros. Além dos longas e curtas de ficção e documentário que
concorrem ao troféu Redentor, a mostra também exibe filmes Hors Concours (convidados,
não competidores) e Retratos (cinebiografias documentais), todos realizados em
2016 ou 2015. Na edição 2017, estão em exibição 75 filmes. E esse número vem
crescendo a cada ano. Em 2016 foram exibidas 48 produções, e em 2015, 34
títulos. O número de filmes inscritos na Première Brasil 2017 também é robusto.
Foram 250 inscrições, “o maior número que já tivemos”, disse a diretora do
Festival do Rio, Ilda Santiago.
Aumento da produção de filmes
Esse fenômeno não se limita à Première
Brasil. Os festivais de cinema brasileiros são hoje a principal plataforma de
lançamento do cinema nacional e a cada ano exibem mais títulos. Mas como crescem
estes números em um contexto de crise? Esse crescimento não vem de hoje. O
principal mecanismo responsável pelo aumento da produção audiovisual brasileira
chama-se Fundo Setorial do Audiovisual, fundo público de investimento criado em
2006 após anos de demanda dos setores envolvidos, com o objetivo de fomentar o
desenvolvimento articulado de toda a cadeia produtiva da atividade audiovisual
no Brasil.
A previsão para 2017 é de um novo recorde de filmes lançados, com destaque para animações
Com a aprovação de Lei 12.485 em 2011 – a
chamada Lei das Teles –, o FSA ganhou corpo e é hoje a principal ferramenta de
investimento público no audiovisual brasileiro. É um dos fundos federais de
melhor execução do país (ainda assim, menos de 70% do valor disponível é
efetivamente investido) graças à articulação do setor e de órgãos como a
Ancine, e suas reservas chegam a quase R$ 1 bilhão por ano. O investimento é público,
porém, com lógica de mercado. O FSA participa das receitas dos filmes nos quais
investe até que o valor desta participação seja igual ou maior ao valor investido
no projeto.
Ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, em lançamento recente
(foto Luana Dias)
O Fundo também participa dos chamados
arranjos regionais, parcerias com as esferas estaduais e municipais para
realização de chamadas públicas locais, como é o caso dos editais SP Cine, dos
antigos editais da RioFilme e dos editais de produção previstos no programa “Niterói:
Cidade do Audiovisual", lançado no mês passado.
Mas nem tudo são flores. Mesmo com o aumento da produção, ainda tímido se comparado a outros países com mecanismos
similares, muitos dos filmes realizados têm nos festivais nacionais e
internacionais sua única plataforma de exibição. Este fato deve-se ao principal
gargalo da cadeia produtiva audiovisual do país: a distribuição. Apesar do FSA
também prever mecanismos de fomento para este elo, ainda não foram postas em
prática soluções efetivas para que os filmes produzidos alcancem um maior
número de espectadores.
O que assistir na Première Brasil
A principal
característica da produção nacional é a sua diversidade de gêneros, estilos e
temáticas. Criamos uma lista de longas em exibição na Première Brasil que
expressa essa diversidade.
Gabriel e a Montanha (ficção), de
Fellipe Barbosa
Bio (ficção/documentário), de Carlos
Gerbase Eu, Pecador (documentário), de Nelson
Hoineff Henfil (documentário), de Angela Zoé Entre irmãs (ficção), de Breno Silveira <<<Severina (ficção), de Felipe Hirsch (ficção) Praça Paris (ficção), de Lúcia Murat Legalize Já! (ficção), de Johnny Araújo
e Gustavo Bonafé Motorrad (ficção), de Vicente Amorim Dedo na Ferida (documentário), de Silvio
Tendler
Iran (documentário), de Walter Carvalho>>> Açúcar (ficção), de Renata Pinheiro e Sérgio
Oliveira Como é cruel viver assim (ficção), de
Júlia Rezende Berenice Procura (ficção), de Allan
Fiterman SLAM: Voz de Levante (documentário), de
Tatiana Lohmann e Roberta Estrela D'Alva Animal Cordial (ficção), de Gabriela
Amaral Almeida Première Boas Maneiras (ficção), de Juliana Rojas
e Marco Dutra Pastor Cláudio (documentário), de Beth
Formaggini
Maria Bethânia, Mia Couto e
José Eduardo Agualusa estão em documentário em cartaz no Festival do Rio
Momentos de emoção na estreia do documentário
(fotos Cristiana Giustino/ Jornal Casa da Gente)
Bandeira de Moçambique com a equipe do
filme
"Karingana wa
Karingana": é assim que se começa uma contação de histórias tradicionais
em grande parte de Moçambique. "Era uma vez..." A cantora Maria
Bethânia, e os escritores Mia Couto (Moçambique) e José Eduardo Agualusa
(Angola), ao lado de outros artistas, escritores e intelectuais estão no
documentário “Karingana — Licença para contar”, que teve a sua estreia na noite
desta sexta-feira, dia 6 de outubro, no Cine Odeon, Festival do Rio, integrando
a mostra "Panorama do Cinema Mundial".
Cantora Mingas
O filme, com direção de
Monica Monteiro e produção da Cinegroup, mostra a evolução da língua portuguesa,
apresentando o desenvolvimento da
literatura em Moçambique e Angola, tratando de temas como a importância da
literatura na resistência à colonização, conexão com os idiomas nativos e as
tradições orais e a influência de escritores brasileiros em Angola e
Moçambique. Maria Bethânia leva, pela primeira vez, o seu ensaio poético até
Moçambique, no continente africano, lê poesias de diferentes
autores da língua portuguesa e canta num show em que divide o palco com os dois
escritores.
Público prestigiou o lançamento do documentário
A noite de estreia de
"Karingana - licença para contar" contou com a presença de Maria
Bethânia, da diretora Monica Monteiro, do escritor José Eduardo Agualusa, e teve
a participação especial da cantora moçambicana Mingas (assista ao vídeo).
O filme será exibido neste
sábado, dia 7 de outubro, às 19h40 no Reserva Cultural Niterói; no domingo, dia
8, às 13h45, no Roxy 2, e na quarta, dia 11, às 21h20 no Estação NET Ipanema 1. Assista ao teaser de "Karingana - licença para contar":
A área de lazer revitalizada vai funcionar de terça-feira à domingo, de 8h às 20h. Neste fim de semana, programação cultural e esportiva agita o espaço
Foi inaugurado nesta sexta-feira, dia 6 o Parque das Águas Eduardo Travassos. Neste primeiro momento o espaço vai funcionar de terça-feira à domingo, de 8h às 20h. Para as obras do Parque, foram investidos R$ 7,8 milhões, financiados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Uma das inovações é o elevador panorâmico, que facilita o acesso do público – especialmente os idosos e pessoas com deficiência. A área de 32 mil metros quadrados conta, ainda, com área de lazer e de convívio, parquinho, academia para terceira idade, auditório e jardim sensorial.
O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, pontuou que, nos últimos anos, já foram recuperadas mais de 50 áreas de convivência da cidade, como o Horto do Fonseca, o Skatepark de São Francisco, a Praça da Riodades e o campo de futebol no Morro do Cavalão. Ele ainda ressaltou as possibilidades que a revitalização do parque traz para a população.
“Quando recuperamos espaços públicos e devolvemos ao cidadão, isso significa desenvolver a economia local, significa melhorar a saúde das pessoas, dando a elas uma área de convivência para estar com suas famílias. No Parque das Águas podemos fazer um piquenique, falar com os filhos de como começou a cidade, a importância de conservar os recursos hídricos, os remanescentes da Mata Atlântica”, explica.
O representante do BID no Brasil, Hugo Flores, destacou que a América Latina tem regime majoritariamente urbano. Por isso, é preciso pensar em alternativas de ocupação de espaço nas cidades integrando-se o meio ambiente.
“Para o BID, é um prazer estar presente nesse projeto. É importante recuperarmos as cidades e seus espaços para as pessoas, e Niterói é um exemplo para isso”, disse.
O vice-prefeito eleito, Comte Bittencourt, destacou o papel do Parque das Águas como espaço de integração entre importantes iniciativas.
“Nessa recuperação bem-pensada de um espaço urbano, junta-se meio ambiente, o saneamento, o direito à água. E mais: junta-se o compromisso deste governo com Niterói”, comenta.
O secretário de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade, Eurico Toledo, lembrou que as obras foram viabilizadas através do Projeto de Desenvolvimento Urbano e Inclusão Social de Niterói (Produis), com recursos financiados pelo BID.
“Esse é um projeto que conceitua a compatibilização das questões urbanas e ambientais. O Parque é demonstração do abraço a áreas que foram esquecidas, em uma temática importante como a água”, defendeu.
Durante o evento, os projetos More e Jovem Aprendiz fizeram apresentações musicais, e o prefeito plantou uma muda de espécie nativa da Mata Atlântica. Também participaram da inauguração os familiares do ex-vice prefeito de Niterói, Eduardo Travassos, que dá nome ao Parque; a secretária municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, Verônica Lima; o diretor-presidente do Grupo Águas do Brasil; o superintendente da Águas de Niterói, Cláudio Abduche; o deputado Estadual, Waldeck Carneiro; o deputado federal Chico D'Ângelo; e vereadores da cidade.
Programação – Neste fim de semana, a programação cultural e esportiva já começa a agitar o Parque. No sábado, dia 7, de 10h30 às 11h30, é a vez de uma oficina de percussão ministrada por Flavio Raggaman, músico da banda Devir. Mais tarde, às 15h, Mestre Cid prepara uma apresentação de capoeira. No domingo, de 16h30 às 17h30, o Projeto Aprendiz vai ao ponto mais alto do parque para uma apresentação especial.
Evento gratuito terá a presença da atriz Denise Fraga e mesas sobre a produção de Abujamra, Suassuna e Pirandello
A atriz Denise Fraga é uma das convidadas
(foto reprodução/facebook)
"Teatro e provocações" é o tema da II Jornada do Grupo de Pesquisa Literatura e Dissonâncias (Lidis), da Universidade Federal Fluminense. O evento acontece no dia 11 de outubro, das 9h às 19h, no Auditório Ismael Coutinho (Bloco C, 218 - Instituto de Letras). As inscrições são gratuitas.
Nesta edição, entram em cena as produções de Pirandello, Antonio Abujamra e Ariano Suassuna. O evento conta também com a participação da atriz Denise Fraga em uma conversa sobre o ofício de atuar e as suas provocações. Encerrando as atividades, o Grupo Teatro de Letras fará uma apresentação.
"A II Jornada do Grupo de Pesquisa Literatura e Dissonâncias (LIDIS/UFF) é uma oportunidade para aproximar as pessoas que amam a palavra, quer seja ela a escrita ou a vocalizada nas encenações. Todo o esforço de nosso trabalho tem sido na direção de fortalecer o diálogo entre campos do conhecimento autônomos, mas que têm tantos pontos de confluência, como poderá ser visto nas mesas do evento", afirma o professor e doutor André Dias, líder do LIDIS/UFF.
O evento é realizado pelos grupos Literatura e Dissonâncias (UFF), Caminhos da Literatura (UFF), Teatro de Letras (UFF), e tem o apoio da Universidade Federal Fluminense, do Instituto de Letras (UFF), e da Pós-Graduação Estudos de Literatura (UFF).
Para se inscrever, basta enviar um e-mail para lidisuff@gmail.com. O evento é gratuito. Será cobrada uma taxa de R$ 10,00, a ser paga no dia do evento, apenas para aqueles que desejarem receber certificado. As inscrições estão abertas até o dia 8 de outubro. Para saber mais, basta visitar a fan page no facebook: facebook.com/literaturaedissonancias/
As inscrições para a 20ª edição do Prêmio Fundação FEAC de Jornalismo podem ser realizadas até o dia11 de outubro. A iniciativa, que visa destacar trabalhos desenvolvidos por instituições assistenciais e por grupos de pessoas que se unem para fazer o bem, tem como tema “Organizações da Sociedade Civil: solidariedade, voluntariado e bem-estar social”.
A edição especial conta com 14 categorias em disputa. Para a Região Metropolitana de Campinas (RMC) são oito modalidades – Mídia Impressa, Fotojornalismo, Rádio, TV, Cinegrafista, Assessoria de Imprensa, Produto Universitário e Jornalismo On-line. E de caráter nacional são seis – Mídia Impressa, TV, Rádio, Jornalismo On-line, Cinegrafista e Fotojornalismo.
Todos vencedores das categorias da RMC, com exceção dos estudantes universitários, concorrem ainda ao Grande Prêmio Fundação FEAC-Iguatemi de Jornalismo, reservado ao melhor trabalho do ano, com valor adicional de R$7 mil.
No total, serão distribuídos R$75 mil em prêmios. Cada modalidade – RMC e Nacional – receberá R$5 mil, exceto a categoria regional Produto Universitário, que fica com R$3 mil.
A partir deste ano, todos os trabalhos inscritos serão primeiramente analisados por uma Comissão de Seleção que irá eleger os cincos melhores trabalhos por modalidade aptos a serem avaliados, na sequência, pelo Comitê Julgador.
O Comitê Julgador avaliará os trabalhos seguindo os mesmos critérios adotados pela Comissão de Seleção e, por sua vez, definirá os 03 (três) finalistas de cada categoria do 20º Prêmio Fundação FEAC de Jornalismo.
O trio de finalistas por categoria será anunciado no dia 22 de novembro e os vencedores apresentados em cerimônia a realizar-se dia 05 de dezembro, Dia Internacional do Voluntário.
Poderão concorrer ao Prêmio Fundação FEAC de Jornalismo de 2017 os trabalhos publicados e/ou divulgados por veículos de comunicação no período de 10 de outubro de 2016 a 10 de outubro de 2017. Os candidatos deverão encaminhar os seus trabalhos até o dia 11 de outubro de 2017 por meio do site do Prêmio .
Criado em 1998, o Prêmio reconhece a força do jornalismo regional e nacional e ainda valoriza e evidencia reportagens jornalísticas produzidas com foco nos anuais temas que marcam cada edição da premiação.
Anualmente, o Prêmio FEAC de Jornalismo reúne parceiros que apoiam a iniciativa. A edição comemorativa de duas décadas conta com patrocínio máster do Iguatemi Campinas e apoio da Fundação Educar DPaschoal. Associação Campineira de Imprensa (ACI) e Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo – regional Campinas – são parceiros institucionais. Mais informações: (19) 3794.3511/3515/3552; premio@feac.org.br
Alunos colocarão em prática seus conhecimentos (foto divulgação)
Depois de dez semanas de aulas de maquiagem social e artística, decoração de unhas, turbantes e tranças afro, mais de 200 jovens e adultos de comunidades vão pôr em prática, durante a Feira Favela Solidária, o que aprenderam nas oficinas profissionalizantes do Projeto A Arte Gerando Renda. Todos os serviços oferecidos serão gratuitos.
Haverá também a venda de artesanatos e máscaras de carnaval, com produtos a partir de R$5. O Projeto é patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura, LAMSA e MetrôRio, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura - Lei do ISS, conta com apoio do Instituto Invepar.
No Dia 5 de outubro, a feira acontece no Várzea Country Clube, em Piedade, na Rua Torres de Oliveira 436, a partir das 15h.
Já no dia 10 de outubro, o projeto estará no CRAS Rinaldo de Lamare, na Rocinha, na Avenida Niemeyer 776, 8º andar, a partir das 10h.
Três meses de debate, 12 audiências públicas promovidas pelo Poder Legislativo, 1.107 assinaturas de presença, 249 falas da população e entidades de classe, 38 horas de debates sobre o Plano Diretor Urbano (PDU) de Niterói. Esse foi o balanço apresentado durante a última audiência, realizada na Câmara, na noite de segunda-feira (02). Os vereadores Bruno Lessa (PSDB) e Atratino Cortes (PMDB), respectivamente, presidentes das comissões de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade; e de Urbanismo, Obras, Serviços Públicos, Transportes e Trânsito, fizeram um balanço do trabalho até aqui.
“Foi um trabalho árduo, mas gratificante. A Câmara está dando sua contribuição para o debate de forma nunca antes feita. Reunimos as propostas e vamos aproveitar no texto final do Plano em forma de emendas. Dividimos em dois grupos: um, que já foi discutido e avaliado com o Executivo; e outro, que ainda vamos sentar e discutir”, revelou o vereador Bruno Lessa.
Entre todas as 12 audiências a de Itaipu, que focou também os bairros de Itacoatiara, Engenho do Mato, Santo Antônio, Maravista e Serra Grande, foi a de maior participação popular, com 45 falas entre os presentes.
“O trabalho continua, só que em outro plano. Os debates agora serão aqui no plenário da Casa, outras propostas ainda virão dos vereadores, vamos continuar o diálogo com o Executivo, a população e todos os segmentos da sociedade e, no consenso, encaminhar as emendas para o Plano Diretor”, disse Atratino Cortes.
Com cerca de 400 pessoas lotando o plenário, as galerias, o balcão superior e demais acessos, a população compareceu e esquentou o debate durante a última audiência. A questão da preservação do entorno da Lagoa de Itaipu e a manutenção do Morro do Gragoatá como área de preservação ambiental dominaram as discussões.
Também estiveram presentes o secretário municipal de Urbanismo e Mobilidade, Renato Barandier; o secretário de Habitação e Regularização Fundiária, Beto da Pipa; o subsecretário de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade, Gabriel Mello Cunha; e os vereadores Anderson Pipico (PT), Bira Marques (PT), Carlos Jordy (PSC), João Gustavo (PHS), Leandro Portugal (PV), Paulo Eduardo Gomes (PSOL), Paulo Velasco (PTdoB), Ricardo Evangelista (PRB) e Talíria Petrone (PSOL); entre outros. (Via ASCOM/CMN)
André Diniz, presidente da Fundação de
Arte de Niterói
(foto Luana Dias/arquivo Casa da Gente)
Até o dia 6 de novembro, estão abertas as inscrições para o Edital de Incentivo Fiscal a Projetos Culturais. O edital, elaborado em acordo com a nova Lei do Sistema Municipal de Cultura, permite que pessoas físicas deduzam até 20% do valor devido de IPTU, e empresas, até 20% do IPTU e do ISS, para apoiar projetos culturais.As informações necessárias para a inscrição encontram-se no site da Cultura de Niterói. A Fundação de Arte de Niterói (FAN) realiza oficinas de capacitação para apresentar o edital, esclarecer possíveis dúvidas e auxiliar artistas, produtores, profissionais e todos os interessados a inscreverem projetos.
Os eventos estão sendo realizados através da Superintendência de Financiamento à Cultura (SIMFIC) da FAN, em parceria com espaços de cultura locais. As oficinas acontecem durante o mês de outubro por toda a cidade, têm o formato de palestras com duração aproximada de 2h e são ministradas por representantes da Superintendência do SIMFIC. Não é necessária inscrição prévia.
Os interessados em participar das atividades podem entrar em contato com a Superintedência pelo telefone: (21) 2719 9639 – Ramal 221 ou pelo e-mail edital.simfic@gmail.com
Lei do Sistema Municipal de Cultura de Niterói
Antiga demanda dos artistas da cidade, a nova legislação coloca Niterói na vanguarda no setor cultural. Fruto de amplo e aberto debate, a Lei do Sistema Municipal de Cultura traça as políticas públicas para a área cultural da cidade. Estão aptos a participar do SIMFIC artistas residentes há, pelo menos, dois anos na cidade de Niterói e empresas com sede no município.
Confira as datas e horários das Oficinas de Capacitação
- Dia 04, 16h, Solar do Jambeiro
Rua Presidente Domiciano, 195 – Ingá.
Tel: (21) 2109-2222
- Dia 05, 19h, Instituto Cultural Germânico
Avenida Sete de Setembro, 131 – Icaraí.
Tel: (21) 2714-0879
- Dia 06, 14h, Espaço de Cultura A Casa
Rua Carlos Maximiano, 257 – Fonseca.
Tel: (21) 36037190
- Dia 09, 18h, Nós de Rede
Campus do Gragoatá da UFF, Bloco A, sala 405 – Rua Alexandre Moura, 8 - São Domingos
Tel: (21) 3617-6567
- Dia 10, 18h, Aliança Francesa
Rua Lopes Trovão, 52 - Icaraí
Tel: (21) 2610-3966
- Dia 11, 18h, Teatro Popular Oscar Niemeyer
Rua Jornalista Rogério Coelho Neto, s/n – Centro.
Tel: (21) 2613-2734
- Dia 16, 15h, Instituto de Arte e Comunicação Social – UFF
Rua Professor Lara Vilela, 126 - São Domingos, Niterói
- Dia 17, 19h, G.R.E.S. Acadêmicos do Cubango
Rua Noronha Torrezão, 560 - Cubango
Tel: (21) 98226-5147
- Dia 18, 15h, Centro Cultural Paschoal Carlos Magno
Rua Lopes Trovão, Icaraí
Tel: (21) 2610-5748
- Dia 19, 15h, Centro de Artes – UFF
R. Miguel de Frias, 9 – Icaraí
Tel: (21) 3674-7515
- Dia 19, 18h – Comissão de Cultura - Câmara Municipal de Niterói
Av. Ernani do Amaral Peixoto, 625 – Centro
Tel: (21) 3716-8600
- Dia 20, 11h Biblioteca Parque de Niterói
Praça da República, S/N – Centro
Tel: (21) 2719-2390
- Dia 23, 19h30, Scuola di Cultura
Av. Presidente Roosevelt, 1063 - São Francisco.
- Dia 24, 18h, Centro de Cultura LGBT – GDN
Avenida Visconde do Rio Branco, 627 - sobrado - São Domingos.